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SCHIZOPHRENIA – Thrash Metal – Aracaju/SE

Release

Schizophrenia é uma banda de Thrash Metal, formada em 2014 em Aracaju/Sergipe. Tem como temáticas críticas políticas, sociais e religiosas. Principais influências: Sepultura, Sodom, Slayer entre outras.

A banda possui musicas  próprias que fazem parte de seu primeiro trabalho Demo “Sacred Tyranny”, lançada em 2015, que possui as musicas: Sacred Tyranny, House of Dog, Dooms Day, Some Demon, Plague, Day of Fury, Mask Devil e Terroligion.

 

Discografia: 

Demo “Sacred Tyranny” – 2015

 

Formação

Vocalista/guitarrista: Fagney

Guitarrista: Jones

Baixista: Alisson

Baterista: Wesley

Pagina: www.facebook.com/heresiabayarea

Vídeo:

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ENTREVISTA COM NERVOCHAOS

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Um dos grandes nomes do Metal Extremo nacional hoje em dia o NERVOCHAOS, estará se apresentando na 10° edição do BOQUEIRÃO ROCK METAL FESTIVAL, A banda ja fez vários shows por países europeus, asiáticos e claro por paises vizinhos. Possuem 6 álbuns incluindo ai um ao vivo. Seus mais recentes lançamentos foram o fantástico e destruidor álbum “To The Death” e o BOX SET – DVD “17 Years of Chaos” em comemoração aos seus 17 anos de existência. Bom tive a honra de entrevistar o Edu lane, lider/fundador da banda e grande batalhador na cena nacional… Confiram e conheçam mais sobre esta grande banda do Metal nacional…

1.         Saudações caro amigo Edu! Pra dar inicio a essa entrevista eu gostaria de saber como tem sido manter por esses 17 anos a NervoChaos na ativa e como que começou a jornada…

(Edu) Tocávamos numa banda chamada Siegrid Ingrid e estávamos tendo vários problemas com o vocalista da banda, o que acabou gerando a nossa saída e a formação do NervoChaos. Saímos todos, recrutamos um vocalista e em menos de um mês de banda lançamos a nossa primeira demo-tape. A partir dai, caímos na estrada e não paramos mais desde então, sempre fazendo lançamentos e turnês. Durante estes 17 anos houveram momentos muito difíceis mas houveram também momentos muito gratificantes e importantes para a historia da banda. Quando você faz o que gosta consegue superar todas as dificuldades e obstáculos que eventualmente surgem e que venham, no mínimo, mas 17 anos.

2.         Por esses 17 anos já passaram pela banda muita gente, ne? Quais são os motivos que mais causaram saídas de membros na banda? Isso atrapalhou muito o desenvolvimento da banda?

(Edu) Mudanças de formação sempre atrapalham o andamento da banda, mas infelizmente estas mudanças foram necessárias para que a banda conseguisse sobreviver e continuar trilhando o seu caminho. Os motivos mais frequentes são externos, ou seja, problemas com drogas, família/namorada/esposa, ego, falta de comprometimento ou eventualmente a parte financeira mesmo. Houveram também saídas da banda por discordância de estilo ou temática, mas atualmente temos um bom relacionamento com todos os ex-membros com exceção de um.

3.         NervoChaos já fez varias turnês fora do Brasil. Como foi esta pela primeira vez indo tocar fora e o que deu pra tira dessa experiência?

(Edu) As turnês são sempre um excelente aprendizado para a banda e através delas é que conseguimos crescer como músicos e como banda. A primeira experiência, neste sentido, no exterior foi em 2008 quando fizemos a nossa primeira turnê pela Europa. Foram 24 shows em 25 dias e foi extremamente gratificante e positiva a experiência. A cada turnê procuramos evoluir, melhorar e crescer, mas sem deixar de ser fiel as nossas raízes e a nossa proposta inicial.

4.         Acho que a turnê com o Ragnarok deve de ter sido muito foda! Mais como foi esta em turnê com os baianos do Headhunter DC pela Europa?

(Edu) Felizmente todas as turnês que fizemos na Europa foram muito especiais e cada uma a sua maneira. A turnê com o Ragnarok foi a maior e mais estruturada que fizemos ate o momento, foram 33 shows seguidos. Com o Headhunter DC também foi muito especial, pois além de ser uma banda lendária e detonarem todas as noites, é sempre muito gratificante poder fazer turnê junto com amigos. Esperamos muito podermos fazer mais turnês junto com eles. Grandes caras e uma grande banda.

5.         Edu tu organizou vários show foda na capital paulista e também agenciou varias turnês pelo pais. Por que decidiu para as atividades sua com a Tumba e que conselhos, você com toda a sua experiência, dar pra quem ta querendo ou ta ai na luta de organização de shows, festivais e agenciamento de shows e turnês?

(Edu) Agendei shows e turnês pelo Brasil e América Latina por 17 anos e no inicio deste ano percebi que o meu ciclo estava completo e que havia chegado o momento de encerrar a TUMBA, e seguir em frente, e foi exatamente isso que fiz. Meu conselho é primeiramente gostar daquilo que faz, ser correto/honesto e procurar fazer o melhor possível sempre, sem dar um passo maior do que a perna ou sem tentar abraçar o mundo sozinho.

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6.         A banda possui em sua discografia três demos, seis álbuns e recentemente foi lançado um Box com dois DVD e mais um CD. Gostaria que falasse um pouco sobre cada uma destas obras para que o pessoal possa conhecer um pouco da longa discografia do NervoChaos.

(Edu) Claro. A nossa primeira demo-tape se chama ‘NervoChaos’ e foi lançada em 1996 contendo 4 faixas. O primeiro CD foi lançado em 1998 contendo 13 faixas e se chama ‘Pay Back Time’. A nossa sonoridade na época era mais calcada no Thrash Metal com pitadas de HC e Grind. A nossa segunda demo-tape também contem 4 faixas, se chama ‘Disfigured Christ’ e foi lançada no ano 2000. Em 2002 saiu o nosso segundo CD ‘Legion of Spirits Infernal’ contendo 13 faixas. Tanto a segunda demo-tape, como o segundo CD trazem uma sonoridade mais voltada para o Death Metal tradicional (ou old school). Em 2004 lançamos a nossa terceira demo-tape, ‘Necro Satanic Cult’ contendo 4 faixas. Em 2006 saiu o nosso terceiro CD ‘Quarrel in Hell’. Ambos lançamentos apresentam a banda com uma sonoridade mais elaborada, mais brutal e uma temática ainda mais focada no satanismo. Em 2010 foi lançado o nosso quarto CD ‘Battalions of Hate’ e em 2011 saiu o nosso primeiro álbum ao vivo o ‘Live Rituals’. Percebe-se claramente uma tremenda evolução sonora se compararmos aos lançamentos anteriores, trazendo uma banda mais madura e bem próxima de encontrar a sua sonoridade própria. Em 2012 foi lançado o ‘To The Death’ que acredito ser o nosso melhor material ate o momento. E finalmente, em 2013, lançamos o box-set ’17 Years of Chaos’.

7.         O “Battalion of hate” foi lançado pela Tumba Rec, um álbum brutal em todos os sentidos, pois o mesmo traz não so musicas extremamente brutas, mais também um encarte/embalagem infernal e muito luxuoso e lindo em um formato digipack que aberto torna-se uma cruz invertida. Como foi lançar uma obra como essa e pq não continuaram com a Tumba Rec.?

(Edu) A TUMBA é um selo que tenho para eventuais lançamentos da banda quando não conseguimos uma boa oferta com outros selos ou quando queremos lançar algo de forma independente. Sempre procuramos fazer algo especial para os fas da banda e no caso do ‘Battalions of Hate’, a primeira prensagem (1000 copias) saíram em digipack que se torna uma cruz invertida. As demais prensagens trazem um encarte diferente e um bônus contendo duas faixas extras.

8.         “To the death” é o mais novo álbum da carreira de vocês e o mesmo foi lançado pela Cogumelos Rec, gravadora que lançou clássicos absolutos do Metal nacional de bandas como Headhunter DC, Sarcófago, Sepultura e outros… Como é pode ter o suporte de uma gravadora que lançou tantos clássicos?

(Edu) Sempre sonhamos em fazer parte de um selo como a Cogumelo e estamos extremamente satisfeitos com o trabalho que eles vem fazendo e acredito que eles também estão satisfeitos conosco. Fazer parte da Cogumelo é realmente muito especial para gente, pois são os pioneiros, muitas das bandas que nos influenciam fazem (ou fizeram) parte do seu cast e além disso, a Cogumelo sempre apoiou e lutou em prol da cena nacional. Esperamos que essa parceria dure muitos anos.

9.         Tu não acha que essa arte do Joe Petagno, que já trabalhou com nomes como Led Zeppelin e Motorhead, merecia um digipack de luxo? Como é ter uma arte de um mestre como ele no álbum de sua banda?

(Edu) Realmente foi um prazer enorme e a realização de um sonho poder trabalhar com o Joe Petagno. Claro que merecia algo especial mas optamos pelo formato em vinil do ‘To The Death’ que saiu agora em Dezembro, também via Cogumelo (no Brasil) e Grey Haze (nos EUA).

10.       As letras no geral falam sobre quais temas e de onde surgem inspiração para escrever?

(Edu) A temática da banda aborda temas sobre satanismo, ocultismo, guerras, gore/splatter e a dura realidade do dia a dia. A inspiração vem de experiências que vivenciamos e fatos que vivemos no cotidiano.

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11.       NervoChaos faz 17 anos e ai lançaram o Box Set – “17 Years of Chaos”. O conteúdo desta obra deve de ser fudido pra caralho!!! Nos fale um pouco sobre o seu conteúdo e como foi o trabalho pra juntar tudo e fazer esta obra?

(Edu) Trabalhamos forte durante um ano e nove meses neste projeto e foi algo realmente intenso e cansativo mas acredito que o resultado final ficou excepcional e estamos realmente muito satisfeitos e honrados com o box-set. Acho que a banda merecia um registro a altura e acredito que conseguimos atingir o nosso objetivo. O box-set contem dois DVDs, um CD e um livreto. O primeiro DVD é um documentário sobre toda a historia da banda. O segundo DVD mostra o concepção, gravação, lançamento e o primeiro ano da turnê ‘To The Death. O CD contem 4 faixas ao vivo do ‘To The Death’ além de trazer na integra todas as demo-tapes da banda.

12.       Acredito que não é fácil conciliar a vida pessoal dos membros da NervoChaos com os compromissos da banda. Como lidam com isso e o que fazem para sobreviver, já que eu acredito que não vivam da NervoChaos, ne?

(Edu) De fato não vivemos exclusivamente da banda. Acho que a chave de tudo isso é uma boa programação e com o máximo de antecedência possível. Conciliar as coisas nem sempre é tranquilo, mas quando todos tem o mesmo foco, objetivos e interesse as coisas se tornam mais viáveis.

13.       No facebook é fácil ver muita gente dizer que apóia a cena nacional e as bandas underground e que amam o Rock/Metal, mais a real é bem diferente. Qual a sua opinião sobre isso e o que dizer para esses que preferem ficar em casa atrás de um computador ao invés de ir aos shows. Obter os materiais das bandas de sua preferência e ajudar o underground a ser mais forte?

(Edu) Eu vejo da seguinte forma, acredito que a internet é uma excelente ferramenta e realmente é muito bom por uma serie de fatores, mas não devemos ficar escravos do computador e da internet. Devemos sair e viver a vida real e utilizar a internet como uma ferramenta que lhe proporciona varias vantagens. Ser escravo dela e deixar de viver a vida real é realmente triste mas em muitos casos uma realidade. A musica extrema e a real cena underground não é e nem nunca será algo para as massas, então devemos defender e lutar em prol da nossa cena e um dos pontos é justamente não deixar esses pseudo-apoiadores atrapalharem ou se infiltrarem em nossa cena.

14.       Já conheciam o Boqueirão Festival antes do convite pra se apresentar? O que acham de um evento como esse no interior baiano?

(Edu) Sim, acompanhamos o festival e sempre desejamos fazer parte dele. Algumas bandas amigas nossa já participaram de edições anteriores e falaram muito bem do evento, então estamos na maior expectativa para levar o nosso trabalho por essa região e para esse evento pela primeira vez. Acho essencial esse tipo de atitude e iniciativa e torcemos para as coisas evoluírem e se solidificarem cada vez mais.

15.       Sem mais, agradeço a atenção e pra fechar poderia dar uma idéia de como vai ser a apresentação de vocês no festival? Obrigado meu amigo Edu e nos veremos aqui dia 14 de dezembro!!

(Edu) Eu é que agradeço pelo espaço, pela oportunidade e pelo apoio dado a banda. Como disse estamos ansiosos por este evento e iremos apresentar um show cobrindo toda carreira da banda, passando por todos os nossos discos. Esperamos encontrar com todos e todas headbangers da região e fazer uma grande celebração em prol do nosso underground.

Mais informações sobre a banda:https://www.facebook.com/NervoChaos

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ENTREVISTA COM PASTEL DE MIOLOS

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Temos aqui uma entrevista com a banda PASTEL DE MIOLOS (Punk Rock Hard Core), formada por Alisson PDM (Guitarra/Vocal), André PDM (Baixo/Vocal) e Wilson PDM (Bateria). A banda possui vários lançamentos e o mais recente que foi lançado a poucas semanas foi o Tributo ao pastel de Miolos e em breve saindo um Split, que ja se tornou um FourSplit. A banda também se prepara pra produzir o seu novo álbum, que vai se chamar “Novas Ideias, Velhos Ideais”. A banda estará presente na 10° edição do BOQUEIRÃO FESTIVAL, com sua turné “Tocando Punk Rock – Final Tour 2013”.  Sem mais bla, bla, bla… fiquem com a entrevista com essa grande banda do cenário nacional!

1 – Olá amigos da Pastel De Miolos, para começar este papo gostaria que se apresentassem aos que ainda não os conhecem, apesar de a PDM já ter 18 anos de estrada e muitos lançamentos…

PDM: A PDM teve origem na cidade de Lauro de Freitas e nós tocávamos um Punk Rock e Hardcore bem tosco, mas sempre criativo, buscamos encontrar uma identidade pro nosso som desde o início, sem tentar imitar ninguém, apesar das diversas influencias. Hoje temos uma pegada cada vez mais pesada e rápida e uma identidade própria, quem escuta nosso som nos reconhece com nossa sonoridade particular.

2.Pastel De Miolos é uma banda com 18 anos de estrada, vocês imaginavam que iriam durar tanto tempo?

PDM: Nunca imaginamos fazer 18 anos. Os anos foram passando na medida em que íamos tocando, fazendo nossas coisas e vivendo nossas vidas, quando vimos nos demos conta de que estamos com 18 anos de banda.

3.Nesses 18 anos quais foram os piores e melhores momentos da carreira? Que conselho dar a quem está começando?

PDM: Houve um momento que pensamos em parar, não surgiam shows, nem músicas novas, nem projetos interessantes… Aí as coisas começaram a mudar quando surgiram algumas músicas novas que começaram a nos empolgar e renovar o som da banda na época, resolvemos promover um show do Nordeste Independente (2007) em Lauro de Freitas e surgiu a ideia de tocarmos em conjunto com um grupo de escritores (Coletivo Corte). Esse foi um momento muito bom logo após uma turbulência. Outro momento muito bom é o momento atual. Um conselho é nunca deixar de viver sua própria vida além da banda, respirar o dia a dia também serve de inspiração pra continuar tocando. Outra coisa importante, procure tocar com seus amigos, afinal, você estará convivendo com essas pessoas quase diariamente.

4.No mês passado (outubro) foi lançado um Tributo ao Pastel De Miolos. Como é receber uma homenagem como essa? Qual a importância e valor disso pra vocês?

PDM: Foi algo que começou de uma maneira descompromissada, mas que tomou uma proporção que nós não esperávamos, então é uma imensa satisfação saber que nosso som chegou a tantas pessoas que fazem um trampo tão bom. Mas antes de ser uma homenagem a PDM eu acredito que é uma homenagem ao rock baiano e a todas as pessoas que vivem na contramão da indústria.

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5.Também houve um show pra lançamento deste tributo. Como foi esse evento? 

PDM:  Foi uma grande festa que contou com a presença de bandas significativas e emergentes na cena (Theatro de Séraphin e Latryna), além da Snooze de Aracaju, com a participação do guitarrista Alexandre Gandhi (KarneKrua), e a PDM com a participação nos vocais de vários amigos e parceiros, então foi uma grande festa.

6.A banda também se encontra em Turnê pelo pais e me parece que existem planos de shows por países vizinhos… Como tem sido essa turnê e os shows? Algum a ser destacado?

PDM: Não consigo destacar um específico, todos tem sido muito bons. Teve o Porão do Rock com Suicidal Tendencies, Leptospirose, Galinha Preta e outros, teve nossa volta ao subúrbio soteropolitano depois de vários anos, o lançamento do tributo, e pela frente, show com Matanza em Itabuna, shows com várias bandas amigas no Ceará e fechar o ano em grande estilo no Boqueirão Festival. Sobre tocar fora, estamos querendo dar um pulo lá em Buenos Aires e Santiago, mas ainda estamos organizando isso.

7.Mim parece que este Tributo já ta se esgotando… Como foi a produção e seleção das bandas pra esse Tributo? Vocês estiveram envolvidos na produção e demais trabalhos deste?

PDM: A seleção foi feita na medida em que íamos conversando com os amigos e parceiros e outras bandas também iam se convidando, então tudo foi bem natural. Tivemos que nos envolver na produção, pois o que começou com um papo com Tony Lopes tomou um vulto bem maior então tivemos que abraçar o projeto pra que ele acontecesse.

8.O próximo lançamento é um Split com os argentinos da Estamos em Eso, quando vai ser lançado este e por qual gravadora será? Poderia adiantar um pouco sobre o conteúdo desta obra?

PDM: O Split com Estamos EnEso já está se transformando em um FourSplit com mais duas bandas, Riiva, da Finlândia e Agressivos, de Salvador. Sobre a gravadora ainda estamos vendo, mas com certeza a Brechó Discos estará envolvida.

9.Também planejam lançar um novo álbum que se chamara“Novas Ideias, Velhos Ideais”. Sobre este, o que podem nos adiantar?

PDM: Nesse álbum nós vamos apresentar nossa nova sonoridade, com um trampo mais técnico e pesado, mas sem perder a pegada Punk com energia e temas politizados.

10. O momento atual de nosso país serve de inspiração pra suas letras? O que os inspiram a escrever e compor suas musicas?

PDM: Com certeza, sempre houveram motivos pra inspiração, porque sempre houve corrupção, repressão e esculhambação. Então tudo nos inspira. Mas nós abrangemos vários temas, além de questões concretas pensamos em abordagens reflexivas a respeito da vida e das formas de pensar.

11.Nas redes sociais vemos muita gente dizer que gosta de Rock/Metal, mais nos shows a realidade é outra. Qual a sua opinião sobre isso e o que dizer para esses que preferem ficar em casa atrás de um computador ao invés de ir aos shows, obter os materiais das bandas de sua preferência e ajudar o underground a ser mais forte?

PDM: Eu acredito que só se fortalece a cena comparecendo aos shows, pagando as entradas e adquirindo material das bandas(cd, camisa, boné, etc0. É muito fácil ficar em casa só reclamando, mas se privar da experiência do show ao vivo é uma grande besteira.

12.Já conheciam o Boqueirão Festival antes do convite pra se apresentar? O que acham deste evento aqui no agreste/sertão baiano?

PDM: Já tinha ouvido falar e acredito que toda iniciativa é valida quando se tem responsabilidade com o evento e respeito pelas bandas e público. Então espero que o evento seja grandioso!

13.Pra finalizar poderia nos adiantar como vai ser a apresentação de vocês no festival? Sem mais meus agradecimentos e espero um puta show dia 14 de dezembro!!!

PDM: Nosso show vai apresentar músicas novas e músicas velhas com energia e boa execução pra fazer a galera agitar do início ao fim. Obrigado pelas boas perguntas e até lá!

LINKS:

http://pasteldemiolos.tnb.art.br/
http://www.reverbnation.com/pasteldemiolos
http://pasteldemiolos.bandcamp.com/music
http://pasteldemiolos.wordpress.com/discografia/

http://www.youtube.com/user/pasteldemiolos

TRIBUTO AO PASTEL DE MIOLOS:

http://brechdiscos.bandcamp.com/album/tributo-a-pastel-de-miolos

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ENTREVISTA COM PUTRID SEMEN

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Trazemos aqui uma entrevista com os brutais amigos da PUTRID SEMEN, uma das mais brutais bandas do nordeste  que se apresentara na 10° edição do BOQUEIRÃO FESTIVAL no dia 14/12/2013. A banda executa um Splatter Gore Death Metal com influencia de grandes nomes como Cannibal Corpse o velho Carcass. Detém em sua discografia as demos “Necrofilia”, “Cadaveres” e planeja pra 2014 o seu debut álbum “Terror e Mutilação”. A banda é formada por Uendel (guitarra e vocal), Adelmo (baixo) e Igo (batera), que foi quem respondeu as perguntas… Degustem ai mais essa entrevista e breve tem mais…

1 – Saudações caro Igo e demais membros da Putrid sêmen! Como se deu o inicio da PutridSemen?

Igo: Fala grind Adauto!!!! Cara, a gente começou como toda banda entre amigos sem pretensão de nada, apenas com com a vontade de fazer barulho e beber.

2 – Como é ter uma banda de Death Metal com temais Gore no interior do estado?

Igo: Nós residimos na cidade tida como a mais “violenta” do Brasil, dessa forma fica super fácil de se encontrar inspiração para compor as letras e sons da banda. Não consideramos Simões Filho interior depois de Lauro de Freitas a região metropolitana mais perto de Salvador é Simões Filho, e mesmo com todo o seu marasmo e “violência” ainda prefiro morar aqui do que em muita beira de barranco em Salvador.

3 – As musicas de vocês são na língua pátria. Qual a importância disso pra vocês?

Igo: Quero deixar bem explicito que apesar de compormos nossas letras em português não somos nacionalistas e nem coisa do tipo, apenas somos realistas, ninguém na banda fala inglês fluentemente, eu vejo muita banda nacional começando já com letras em inglês já pensando no reconhecimento internacional,o norte-americano só compõe em inglês porque é a língua pátria do pais dele, porra se nós podemos comprar um material gringo e nos esforçarmos para traduzir uma letra de uma musica que você acha muito foda, porque o gringo não pode fazer o mesmo??? Caso ele goste do nosso som??? Fica a dica.

4 – As letras refletem seus pensamentos?Me fale sobre elas…

Igo: Nossas letras refletem o que vemos, pensamos e fazemos.

Mais na sua grande maioria falamos muito sobre o que vemos. Gente sendo morta de todas as formas, o pai que estupra a filha, o filho que mata a família toda. O ser humano é capaz de cometer coisas terríveis assim fica fácil de se ter temas variados para compor letras basta ler um jornal local ou assistir os noticiários.

5 – A banda lançou a primeira demos em 2010 com o titulo de “Necrofagia”, como foi na época a divulgação e distribuição desta obra?

Igo: Divulgamos bem pouco esse material, creio eu que pouco mais de 100 bangers devem ter esse material em seu arsenal.

Isso se deu mais por uma questão de grana e falta de apoio até porque de boca todo mundo sabe apoiar agora coragem pra comprar uma simples demo de R$5,00 ninguém tem.

6 – A mais recente obra leva o titulo de “Cadaveres”, como vem sendo a sua distribuição e divulgação. O que esperam alcançar com esta mais recente obra?

Igo: Fizemos pouco mais de 1000 copias dessa demo e ainda temos um montante considerável em mãos, aos poucos e sem pressa vamos espalhando esse câncer por ai . Nossa única pretensão com esse material é propagar o nome Putrid Semen no underground nacional e na gringa até porque hoje temos parceiros que fazem trocas e mandam nosso material no meio.

7 – Eu tenho aqui a “Necrofagia” e também a mais recente “Cadaveres” é nítida a excelente qualidade de gravação desta mais nova obra, superando a anterior, mais me parece que a próxima obra não vai vim com esta mesma qualidade me fale mais sobre e o porque?

Igo: É simples. Grana!!!!! Com o meu outro projeto a Necrobiose Escrotal (Gore Grind) fizemos uma gravação super em conta e fudida pra caralho!!! Para o lançamento do seu 1° debut que vai sair agora em dezembro pelo Grind selo nacional (Rotten Foetus Rec). Gravamos a batera em um estúdio e os demais instrumentos na casa do guitar.

O resultado me deixou pasmo, a gravação ficou muito foda!!!

Foi ai que decidimos fazer o mesmo lance de gravação com a Putrid Semen. Para gravarmos a nossa 2° demo nos desembolsamos R$1100 para gravarmos 4 musicas, ninguém na banda é rico, nessa importância eu tirei da grana de minhas férias R$700 e os caras completaram o resto da quantia. Atualmente nosso baixista ta construindo, meu guitar mora de aluguel e eu to desempregado então foda-se as gravações com os mercenários vamos fazer uma parada de acordo com nossas condições financeiras. Vai ser uma gravação sem mascaras, filtros, maquiagens, sem efeitos… A porra vai ser 666% Death Metal!!! Cru!!! Real!!! Fudido!!!!!

8 – O próximo trabalho é o debut álbum que vai se chamar “Terror e Mutilação”. O que pode nos adiantar sobre esta obra?

Igo: Preparem os tímpanos porque a bagaça vai vir com tudo!!!! Vai ser o lançamento mais importante da banda e de nossas vidas, estamos nos preparando muito para gravarmos e lançarmos esse material até no maximo abril de 2014. O debut vai contar com 11 necrotracks sendo 2 bônus

9 – Nas redes sociais vemos muita gente dizer que gosta de Rock/Metal, mais nos shows a realidade é outra. Qual a sua opinião sobre isso e o que dizer para esses que preferem ficar em casa atrás de um computador ao invés de ir aos shows, obter os materiais das bandas de sua preferência e ajudar o underground ser mais forte?

Igo: Sinceramente??? Eu quero mais é que esses “bangers” de facebook morram de AIDS e câncer terminal !!!! Fodam-se !!!!! O underground não precisa desses vermes, eu prefiro um show “vazio” de publico mas cheio de bangers reais e fudidos que não medem esforços para irem aos eventos e fazem questão de adquirir os materiais suados e ralados das bandas do nosso submundo metálico.

10 – Como tiveram conhecimento do festival e o que podemos esperam da apresentação de vocês no Boqueirão Rock Metal Festival e o que acham deste evento aqui no agreste/sertão baiano?

Igo: Cara eu como banger sei como é difícil fazer eventos

E fico feliz pra caralho de ver o Boqueirão ficando cada vez mais grandioso a cada edição e saber que vamos poder mostrar nosso trabalho em uma de suas edições é muito gratificante, se aqui na capital já é difícil imagina ai no agreste como não deve ser ??? As dificuldades devem ser dobradas, parabéns pelo evento Adauto. Cara… Na boa… A gente vai chegar com tudo !!!! Estamos muito ansiosos para destruirmos tudo em dezembro.

11 – Sem mais obrigado e espero ver um show sangrento na 10° edição do B.R.M.. Deixe suas palavras finais e mensagem ao publico.

Igo: Muito obrigado pelo espaço cara e se preparem porque a porra vai ser foda !!!!!! Um grind abraxxx!!!

Contatos: https://www.facebook.com/putrid.semen.9

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ENTREVISTA COM DOYKOD

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Doykod esta de volta e é uma das atrações do 10° Boqueirão festival. Para que possamos saber mais sobre o que os levou a para as atividades, os seus planos pra este retorno e mais detalhes sobre seu único álbum lançado a pouco mais de 10 anos o ate hoje muito comentado “Accept the New Order”, entrevistamos o Erik. Confiram...

1.           Pra começo de conversa me diga como que foi o tempo em que estiveram parados com a DOYKOD  e quis foram os motivos que os levaram a este período de descanso?

Foram muitos os motivos para a banda ter parado, eu saí da banda antes de paralisadas as atividades por completo. O conflito de ideias foi maior motivo para a banda ter “acabado”!

2.           Como foi recrutar os novos membros pra a volta da Doykod?

Eu e Alex somos amigos de infância e sempre tivemos uma afinidade musical muito grande. No tempo em que a Doykod parou, eu fiquei praticamente sem tocar, e isso me deixava inconformado. Então resolvemos, Eu, Alex e Marcelo Bahia (Ex. Helltracks e Pandora) a ensaiar nos fins de semana covers do Sepultura. Dane já era conhecido de Marcelo e então o convidamos também pra participar do cover do Sepultura. Depois de alguns meses ensaiando, naturalmente veio a ideia de voltarmos com a Doykod.

3.           Como é esta voltando com a banda depois de todo esse tempo parado e quais são os planos e projetos pra esta nova jornada?

Agora nosso foco é o “Boqueirão Rock Metal Fest”, e o Palco do Rock 2014, em sequência estamos preparando novas composições para o que virá a ser o novo álbum.

4.           Quais motivos os levaram a escolher o nome Doykod?

Na época o nome foi escolhido devido ao apelo sonoro e político. Muita gente treme só de ouvir esse nome, pois os fantasmas das atrocidades cometidas na ditadura por este órgão da repressão militar ainda vive no subconsciente do povo.

5.           A banda lançou o álbum “Accept the New Order” em 2002, como foi na época a divulgação e distribuição desta obra? Ainda é possível encontra este álbum?

Cara, o lançamento do álbum não poderia ser melhor! Agente tocou com duas das maiores bandas de metal do planeta. Kreator e Destruction, na melhor casa de show que tivemos aqui em Salvador, o Rock in Rio café. Tivemos muitas críticas positivas do álbum em revistas como Road Crew, o material foi para a Europa através da Maniac Records, mas os problemas com a banda começaram logo após o lançamento com a saída de Leandro Mattos (Baterista). Quem tiver interesse em comprar o álbum pode mandar uma e-mail para doykod1@gmail.com ainda temos algumas cópias.

6.           Na época este álbum os levaram a conseguirem boas conquistas no meio underground, me fale sobre estas e como que foi os momentos de composição e gravação deste?

Agente tava num ritmo muito louco. Tínhamos feito uma mini-tour com o Korzus aqui no nordeste e boa parte das músicas já estavam sendo tocadas. HerosTrench e Marcelo Pompeu (Korzus) acabaram apadrinhando nossa banda, fomos gravar no estúdio deles (Mister Som) em São Paulo no período do carnaval, e ficamos 4 dias alojados no estúdio pra gravar tudo.

7.           Poderia comentar cada uma das musicas falando sobre os temas que nelas tratam e de onde tiraram inspiração pra compô-las?

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Here do, Here Pay, foi uma alusão que fizemos sobre o nosso ditado “aqui se faz, aqui se paga”, o que fazemos tem consequências, quer queiramos ou não.

1932, conta um pouco sobre a Revolução constitucionalista, uma verdadeira guerra civil que aconteceu no Brasil.

Freedom of Expression, fala justamente sobre a ditadura militar, o AI-5 e sobre a importância da liberdade de expressão.

Sickness Disorder, fala sobre o clima de violência em que estamos vivendo. Essa música foi composta quando ocorreu a primeira greve da PM aqui na Bahia.

Meaning from Fate, é a pura história da colonização, em geral, os ditos “colonizadores” trazem o progresso e todo horror em consequência. Nossa economia é parasitada pois fomos constituídos por parasitas.

No Ground, conta o desespero dos nossos trabalhadores rurais, sem terra, para sobreviver.

Atitude e Ação, a única música em português do álbum e foi uma das mais aceitas pelo público, pois todo mundo quer fazer ou faz parte de um grupo e muitas vezes nos deparamos com “Pajés” que se acham no direito de ditar o que é certo ou errado, o que você deve fazer, como você deve ser, agir.

Backlands Hero, dá uma visão um pouco diferente sobre Lampião, o herói do sertão.

Drought, a primeira música composta por Alex para a Doykod, fala sobre a seca do nordeste que tanto maltrata nossa gente.

8.           No momento a banda esta em período de composição e gravação de seu segundo CD, como que esta sendo e o que vem por ai para os admiradores do trabalho de vcs?

Hoje estamos muito mais maduros e sabemos muito melhor que caminho seguir. As músicas estão fluindo naturalmente e todos estão participando diretamente do processo. Para você ter uma ideia, uma das novas músicas tem riffs de guitarra compostos por Marcelo Bahia (Baterista).

9.           Recentemente foi disponibilizada pra audição a musica “A Fé e a Busca”. Como que foi a resposta do publico para essa musica e o álbum novo pode vim composto por mais musicas em português?

Como disse anteriormente, a música “Atitude e Ação” teve uma aceitação muito grande no Acceptthe new order, então resolvemos adotar nossa língua mãe oficialmente em nossas composições. O álbum vai ser totalmente em Português.

10.        Qual a importância pra vcs de cantarem suas musicas na língua pátria?

Com certeza podemos nos expressar melhor, seremos melhor entendidos também, faço questão de uma ideia direta. Hoje existem muitas bandas de Metal/Hardcore aqui no Brasil, fazendo um som excelente e cantando em Português.

11.        Nas redes sociais vemos muita gente dizer que gosta de Rock/Metal, mais nos shows a realidade é outra. Qual a sua opinião sobre isso e o que dizer para esses que preferem ficar em casa atrás de um computador ao invés de ir aos shows, obter os materiais das bandas de sua preferência e ajudar o underground ser mais forte?

Hoje há uma gama muito grande de entretenimento, e é muito cômodo e muito fácil ficar em casa e ouvir/ver as bandas que gostamos pela internet. Mas a energia de um show, vendo a banda alí na sua frete é outra! Se você gosta das bandas do nosso underground compareçam aos shows deem o seu suporte. Sem público não há show, sem show não há bandas, sem bandas não há o que você ouvir/ver na internet. Você faz parte do underground e o underground precisa de você!

12.        Como tiveram conhecimento do festival e o que podemos esperam da apresentação de vocês no Boqueirão Rock Metal Festival e o que acham deste evento aqui no agreste/sertão baiano?

Conheci o festival pela internet. Sempre via o material de divulgação, as bandas e então após a volta da banda resolvemos que deveríamos tocar nele. Estamos preparando um show com muitas surpresas, se você gosta de thrash-metal então vai sair arrebentado.

13.        Bom é isso por agora. Obrigado e aguardo vocês aqui na 10° edição do B.R.M.. Deixe suas palavras finais e mensagem ao público.

Galera, estamos ansiosos para tocar aí em Cícero Dantas no Boqueirão Rock Metal Fest. Esperamos a casa lotada e iremos dar o máximo no palco, pra que todo mundo bater cabeça do início ao fim!

ESCUTE A PRÉ PRODUÇÃO DE UMA DAS NOVAS COMPOSIÇÕES DA DOYKOD: 

PAGINA DA DOYKOD: https://www.facebook.com/pages/Doykod/143518412461923?fref=ts

ESCUTE ALBUM DO DOYKOD NO MYSPACE: https://myspace.com/doykod


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ENTREVISTA COM ENDLESS FALL

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Como sempre buscando não so fazer um evento com shows pra o nosso publico, mais também fazer com que este venha conheçer as bandas que por aqui estarão passando… Para a 10° edição do BOQUEIRÃO FESTIVAL teremos as seguintes atrações NERVOCHAOS e WOSLOM de São Paulo e entre as baianas PASTEL DE MIOLOS, PUTRID SEMEN, DOYKOD e EXCLUSOS esta a THE ENDLESS FALL, uma banda nova, mais com muito a mostra e produzir dentro do estilo Melodic Death Metal, que é o que estes se propõem a produzir. A entrevista foi feita com o batera Renato, onde falamos não so sobre a banda, mais também sobre outros assuntos… Confiram…

1.   Pra dar inicio as entrevistas com as bandas da 9° edição do BOQUEIRÃO FESTIVAL, temos aqui a THE ENDLESS FALL banda nova do cenário mais com muito a mostra e a produzir… Renato o que te levou a formar esta banda de MelodicDeath Metal? Como foi os primeiros anos desta?

R: Primeiramente gostaria de abrir essa entrevista parabenizando-o pela excelente iniciativa, para nós do THE ENDLESS FALL é uma honra poder estar contribuindo com este grande projeto. Então, não formei esse trampo sozinho, tive a ajuda de dois grandesbrothers de longas datas, um dos melhores músicos que a Bahia já produziu, Jack Ferreira(Guitarrista) e que logo depois outro grande brother e músico competente que partilha dos mesmos ideais chegou pra fazer a diferença, que foi Julio Cesar(Vocalista). Nós temos um gosto em comum dentro das milhares de vertentes do Heavy Metal, que é o Death Metal Melódico, somos fãs de grandes bandas do estilo como: Mors Principium Est, DarkTranquility, At the Gates, Dissection e etc… E temos a mesma meta, fazer crescer esse estilo aqui no Brasil, que por sinal tem várias outras bandas muito boas representando o mesmo, como: SpreadingHate, EvilInside, Survive, Deadly Curse e etc… Tudo no início foi meio complicado, a banda era apenas um projeto, ninguém dava tanta importância, a maioria das vezes por falta de tempo, mas cada vez mais sentimos a necessidade de levar mais a sério, então gravamos nosso EP em 2011, lançando ele apenas este ano (2013) e a partir daí demos início de vez com o THE ENDLESS FALL, que deixou de ser um projeto.
2.   Acho que uma coisa que dar dor de cabeça é escolher nomes pra banda, como foi a escolha do nome THE ENDLESS FALL?

R: Sem dúvida, essa parte é chata! Rsrs Tivemos sim alguns problemas com isso, às vezes faltava ideia, às vezes eram listas imensas de nomes que não conseguíamos decidir qual escolher! Rsrs Mas esse nome foi escolhido por causa de uma música de uma banda que também gostamos muito, que é o Mercenary, o nome da música dos caras se chama também The EndlessFall. Mas o que casou além da música, é o que esse nome conseguiu representar pra nós, se tratando dos temas que abordamos nas letras. Para nós, esse nome fez bastante sentido.

3.   Vocês possuem um trabalho gravado e lançado via digital e que será lançado por um selo gringo. Quantos download já foram feitos desta obra e qual o acordo com este selo? Previsão de lançamento em versão fiisica aqui no Brasil?

R: Na verdade o nosso único material no momento, que foi o EP “The EndlessFall”, já foi lançado pela SatanicaProductions (Nova Zelândia) selo o qual fazemos parte, em Julho deste ano.Xan (Proprietário do selo) é um cara super gente boa e na hora que ouviu o som, quis lança-lo, e já está empolgado com o Debut. Infelizmente ficou um pouco burocrático trazer umas cópias de lá, então, estamos agilizando uma versão nacional desse material para podermos distribuir pro pessoal nos shows, inclusive, no Boqueirão. E sobre os downloads, posso dizer que foram muitos, não tenho um número exato…

4.   De quem é a arte de capa e qual o seu significado?

R: Nossa arte gráfica fica por conta do nosso Designer/Amigo: Marcos Souza (Facebook: Meta Quantum) pra mim, hoje é um dos melhores designers do Brasil. O que quisemos passar na capa, sinceramente…? Não sei!Rsrs Com esse EP não nos preocupamos muito com isso, só batemos o olho na arte e gostamos, sem dúvida pros próximos lançamentos nos preocuparemos sim em passar uma mensagem na capa. Rsrs, gostamos de praticamente todos os trampos do nosso brother Mike (Marcos Souza) e que inclusive ta conseguindo seu espaço aqui e lá fora junto conosco. Pro próximo material já temos algumas ideias pro trampo gráfico, essa vai ser uma tarefa difícil.Imagem

5.   A banda se encontra no momento trabalhando nas musicas pro proximo lançamento.  este será mais um ep ou pode vim a ser o primeiro album da banda já que tem tido um bom resultado da divulgação do primeiro EP?

R: Bom, pro ano que vem já está sendo preparado o nosso Debut, estamos com 8 músicas em pré-produção, inclusive, além do SatanicaProductions, estamos fechando com mais 2 outros selos para esse lançamento.

6.   Como que vem sendo os trabalhos de composição, gravação e criação pra esta próxima obra?

R: Isso não foi tão difícil pra esse Debut, como a banda ficou parada muito tempo, várias composições ficaram na manga, além das 4 que selecionamos pro EP, já tínhamos mais umas 10 gravadas, eu e Jack sempre que podemos nos reunimos pra compor algo, é um hobby. Se tratando do instrumental, nós já temos o feeling, algumas músicas componho sozinho, outras ele, mas geralmente 90% das composições fazemos nós dois e assim por diante. As letras deixamos por conta de Julio mesmo, que já é um cara muito experiente nesse quesito.

7.   Nas redes sociais vemos muita gente dizer que gosta de Rock/Metal, mais nos shows a realidade é outra. Qual a sua opinião sobre isso e o que dizer para esses que preferem ficar em casa atrás de um computador ao invés de ir aos shows, obter os materiais das bandas de sua preferência e ajudar o underground ser mais forte?

R: Cara, agora embaçou! Eu não costumo opinar muito sobre isso, eu acho que cada um faz suas escolhas, faz o que quer, só não devem reclamar quando tudo conspirar contra o mesmo. Sempre tive essa ideia de montar banda, pra fazer shows, movimentar um pouco o cenário, e esse é meu intuito com os caras que estão comigo nessa empreitada, poder estar sempre presente, participando de shows, fazendo nossa parte. Se todo mundo realmente colaborasse, se todo mundo fosse mais unido, teríamos um cenário pra ninguém colocar defeito! Admiro muito o que caras como você fazem em prol do Metal no interior. Faça sua parte e com certeza tudo irá conspirar a favor.

8.   Como tiveram conhecimento do festival e o que podemos esperam da apresentação de vocês no Boqueirão Rock Metal Festival e o que acham deste evento aqui no agreste/sertão baiano?

R: O Boqueirão é bastante conhecido na Bahia e no Brasil, sempre ouvi bons comentários sobre você e o Fest. Amigos meus já tocaram em algumas edições, eu tive a oportunidade de tocar na última edição e ver de perto o teu corre, todo seu compromisso, então, sem mais delongas. Você faz manter a chama do Metal Baiano acesa e com certeza isso não passa despercebido. Estamos nos empenhando ao máximo pra fazer um grande show, sim, de estreia! No repertório alguns covers, então, estamos bastante empolgados, sem dúvida será um de nossos vários shows e estreando no Boqueirão, começamos bem!

9.   Não sei ao certo, mais este será o primeiro show da The Endless Fall?

R: Sim, será sim. A banda deixou de ser um projeto esse ano, com o lançamento do EP e a resposta positiva do mesmo, todos os membros estão mais tranquilos em relação às outras bandas, então estamos com mais tempo livre para nos dedicar ao The Endless Fall.
Inclusive estamos fechando shows, tentando algumas outras datas próximas ao Boqueirão, contato: theendlessfall11@gmail.com

10. Sabemos que no underground poucos , mais muitos poucos mesmo vivem da banda ou da musica em si. É sabido que você tem o seu instrumento como meio de sobrevivência, certo?   E os demais de que sobrevivem?

R: Isso, sou músico há 11 anos, com mais de 20 bandas e projetos no currículo, e é de música que eu vivo hoje em dia. Freelances tanto em show como em estúdio com gravações, aulas de bateria, workshops e etc… O restante dos integrantes não vivem de música, todos tem seus respectivos empregos paralelo à banda.

11. Bom é isso por agora. Obrigado e aguardo vocês aqui na 10° edição do B.R.M.. Deixe suas palavras finais e mensagem ao publico.

R: Só tenho a agradecer, Adauto. Pelo espaço cedido, pela honra em tocar em um dos melhores Festivais de Metal que a Bahia tem, que venha a 10ª Edição do Boqueirão e esperamos toda galera lá pra nos ajudar a fazer um grande show! Quem quiser ficar ligado na banda, só nos acompanhar pesquisando lá nosso perfil e página no Facebook: The EndlessFall.Imagem

Renato Bacelar Drummer

ENTREVISTA COM IRONBOUND

Trazemos agora mais uma entrevista com uma das bandas que compõem o cast do 9° Boqueirão Festival. Temos aqui algumas palavras dos meninos da Ironbound que executa com competência um fudido Thrash Metal calcado nos anos 80 e que em três obras lançadas vem agradando e muito ao publico que se faz presente em seus shows.  Provavelmente a melhor banda do estilo atualmente no cenario do interior baiano. Confira!

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1. Saudações amigos da Ironbound! Vamos começar este papo falando sobre como é pra vocês manter a banda na ativa em meio a tantas obrigações que acredito vocês tenham na vida pessoal de vcs e o que os motivam a continuar com a banda? 

Angello: É sempre uma satisfação falar contigo, Adauto! Há dois anos, quando nos reunimos – eu, Kenion, Daniel, Raul e André – e decidimos iniciar o trabalho com a Ironbound, algo que ficou bem claro e definido foi o objetivo em comum que tínhamos de fazermos o melhor para encararmos de fato o desafio de tornar aquele projeto real. Hoje, vejo que essa determinação foi primordial para que soubéssemos conciliar as nossas vidas pessoais e os compromissos da banda. Desde o início, nós colocamos a Ironbound entre as nossas prioridades, e essa postura foi o que nos permitiu administrar tudo o que fizemos até então – sessões de composição, ensaios, gravação, promoção do material, shows, contatos. De certa forma, tivemos um planejamento para que as coisas ocorressem da maneira mais viável e descomplicada possível, e esse planejamento incluiu também conciliar os nossos afazeres pessoais com as etapas iniciais desse processo de formação da banda. Continuamos lutando para tornar as coisas ainda mais consistentes, e este propósito de seguir ajustando as dificuldades para seguir adiante tem somente um motivo: nós gostamos do que fazemos, gostamos da nossa música. É o suficiente para nos estimular a não parar.
2. Ironbound tem feito muitos shows pelo interior e dentro do estilo que fazem é hoje uma das melhores no estado. Como vocês descreveriam em palavras um show da Ironbound?

Angello: Temos tido a sorte de encontrar aliados por todas as cidades do interior nas quais passamos. Tenho observado uma forte interação entre as bandas interioranas, o apoio e respeito mútuo são efetivos, e o resultado disso não é apenas o intercâmbio, mas principalmente a amizade e a estima que se criou entre estas bandas. Hoje, quando participamos de eventos em localidades vizinhas, algo que acontece de imediato é encontrarmos com amigos, através dos quais acabamos conhecendo pessoas estranhas que também acabam se tornando novos apoiadores. É esse pessoal que geralmente está lá, próximo à banda, trocando ideias, bebendo, batendo cabeça e berrando os refrões. Um show da Ironbound é isso, thrash, cerveja e um bando de maníacos que resistem música após música, riff após riff, até que soe a última nota.

Daniel: Sempre que estou prestes a subir no palco com o restante dos membros eu paro e penso sobre os verdadeiros motivos de eu estar fazendo aquilo ali. Compondo, ensaiando e me locomovendo de minha cidade para tocar em outra, muitas vezes até com uma baixa ajuda de custo e é aí que eu tiro a conclusão de que se eu chego até ali sem me incomodar ou me render nem um pouco às dificuldades que aparecem no decorrer, é porque eu devo gostar de fazer isso, e não é pouco não! E acho que todos os músicos/produtores bangers que realmente gostam do que fazem pensam como eu. Podem ter certeza que o que irão encontrar no show da Ironbound é muito thrash metal influenciado pelas lendas old school que rodeiam essa porra de mundo, thrash metal não brilhante e super técnico, mais sim feito com raça, feeling e sinceridade como deve ser, estamos indo para Cícero Dantas mostrar o que sabemos fazer e espero que os metalheads presentes curtam, façam mosh pit e batam muita cabeça (estamos trabalhando para isso), será uma honra para nós.    

3. Finalmente estarão descendo pra um show nestes lados do estado, quais as expectativas para o dia 22 de junho no 9° Boqueirão Festival?

Angello: Não tenho dúvidas de que esta edição será memorável! Todo o trabalho que foi feito – desde o contato com as bandas, a escolha do cast, as substituições em função dos cancelamentos, o direcionamento da divulgação, o suporte às bandas selecionadas – é a prova de que estamos a caminho da maior celebração metálica do nordeste do estado! Aliás, esta edição realmente priorizou o Metal, e está aí um cast que abrange as principais vertentes do estilo, mesclando bandas novas e outras veteranas, como a Martyrdom, a Gestos Grosseiros e, obviamente, a Mystifier, que é uma referência, para o mundo, do metal baiano. Além dos shows, há também uma expectativa quanto à interação entre os headbangers, afinal teremos álcool em abundância – provavelmente muito licor – e material de qualidade sendo negociado no Covil Underground!

Daniel: Só de olhar o flyer do festival e prestar atenção no cast das bandas já da pra se ter uma noção de que vai ser do caralho, nem precisa comentar, todos merecem o devido respeito e principalmente você, Adauto, que foi o mentor desse ótimo evento juntando bandas fodas e dando a elas uma estrutura a altura para que possam fazer o que sabem fazer de melhor, resultando assim em um publico de metalheads satisfeitos e bêbados no final (risos). Para nós será memorável como, disse o amigo Angello, uma grande noite metálica com certeza!

4. Já conheciam o festival? Como ficaram sabendo da existência deste e o que acham do mesmo?

Angello: O primeiro contato que tive com o Boqueirão foi em 2005, na época em que, juntamente com André (baixo), fazia parte da Sick Life, banda com a qual trabalhamos por quase oito anos. Na época, nós chegamos a fazer uma apresentação em Ribeira do Pombal, município que fica próximo à Cícero Dantas, e pouco depois daquele show nós recebemos o convite para participar da segunda edição do Boqueirão. Estávamos a todo vapor divulgando a demo Blessed by Hate e tentando fazer o máximo de contatos, então topamos participar na hora! Infelizmente, antes da data marcada para a realização do evento, tivemos algumas baixas na formação, e fomos forçados a cancelar a nossa participação, embora a logo da banda tenha sido inserida nos layouts dos flyers e cartazes de divulgação. Desde então, a vontade de voltar a fazer parte do cast sempre existiu, e acredito que esta nona edição seja uma oportunidade de quitar esta dívida que temos com o evento e, ao mesmo tempo, de participar efetivamente, pois hoje temos um trabalho mais firme e estável com a Ironbound.

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5. Nas redes sociais vemos muita gente dizer que gosta de Rock/Metal, mas nos shows a realidade é outra. Qual a sua opinião sobre isso e o que dizer para esses que preferem ficar em casa atrás de um computador ao invés de ir aos shows, obter os materiais das bandas de sua preferência e ajudar o underground ser mais forte?

Angello: Embora reconheça a funcionalidade e utilidade das redes sociais para a divulgação de bandas e eventos, é inegável que a liberdade e a permissividade destas redes exigem de nós uma triagem maior de tudo o que é postado, comentado, publicado, seja lá o que for. É um meio em que se pode facilmente inventar, fingir, distorcer, em que muitas afirmações não passam de disfarces. Muitas vezes não se sabe nem a real identidade das pessoas com as quais se mantém contato. Então, fica complicado mesmo tomar qualquer afirmativa ou opinião postadas em redes sociais como parâmetros para medir algo. No Facebook, por exemplo, todos os dias são criados eventos para divulgar os shows na região. Com alguns cliques é possível enviar convites, e com apenas um clique é possível confirmar presença ou não nestes eventos. Mas existe um contraste gigantesco entre confirmar presença através de um clique e programar-se, sair de casa, pegar ônibus (e muitas vezes encarar longas distâncias) para, de fato, fazer-se presente. Conheço pessoas que realmente se esforçam para estarem presentes, prestigiando eventos e adquirindo material das bandas. Mas a verdade é que muitas se acomodaram com as facilidades da mp3 e do Youtube, e ainda que existam eventos na sua cidade, optam por não comparecer, geralmente alegando motivos grotescos como o preço da entrada/ingresso. O curioso é que são basicamente as mesmas pessoas que frequentemente reclamam da suposta escassez de shows na cidade e em cidades vizinhas.

Daniel: Essa questão das redes sociais em relação a apoiar ou não apoiar a cena local é infelizmente uma realidade, há pessoas que vivem criticando mas nunca fazem algo produtivo para que se melhore a situação, esses supostos indivíduos na maioria das vezes são pessimistas e tem uma mente atrasada, nada nunca vai estar bom para eles, sempre irão reclamar de tudo apontando defeitos inexistentes quando na verdade quem deveria mudar são eles.

6. A banda possui 3 obras gravadas e lançadas. Poderia falar como foi e tem sido o trabalho de divulgação e distribuição delas? Como está sendo a aceitação?

Angello: Ter nosso material autoral devidamente gravado sempre foi uma meta que perseguimos. Na Ironbound, são cinco pessoas compondo constantemente, então as ideias para novas músicas surgem muito rapidamente, mesmo quando a prioridade não é exatamente essa. Então, manter uma frequência de gravações já era algo previsto desde o início, primeiro porque sabíamos que isso ajudaria a manter o nosso material atualizado, com novas músicas sendo disponibilizadas semestralmente, e segundo porque evitaria que acumulássemos muitas composições sem tê-las registrado em estúdio. Tivemos experiências anteriores em que compusemos uma quantidade significativa de material, mas que acabamos não gravando em função do encerramento das atividades das bandas e projetos dos quais fizemos parte. Com a Ironbound, terminamos de gravar o mais recente EP em Janeiro, e já temos composições sendo encaminhadas pra compor novo registro. Por outro lado, admito que a deficiência quanto à divulgação e distribuição desse material existe, e limita bastante o alcance que poderíamos ter se investíssemos mais nisso. Não houve uma quantidade expressiva de cópias físicas de nenhum dos EP’s, em parte pela limitação dos recursos financeiros, mas também por desatenção nossa mesmo. Para este ano de 2013 o foco é exatamente esse, de providenciar a prensagem do nosso material, e com isso direcionar e ampliar a distribuição. Temos planos de lançar os dois primeiros EP’s juntos, em um único CD, com algumas demos, covers e faixas ao vivo como bônus. E em 2014 é provável que iniciemos a gravação do primeiro álbum.

7. Sem mais agradeço a atenção e deixo espaço para suas palavras finais aos headbangers que estão lendo estas e que irão bater cabeça com vocês lá no 9° Boqueirão Festival.

Angello: Agradeço demais pelo espaço e pelo contato que iniciamos lá em 2005, retomado com mais força agora com a Ironbound. Parabéns pelo empenho para manter o Boqueirão por todos estes anos, tenho acompanhado os esforços para derrubar as barreiras que existem, e não são poucas. Peço aos hellbangers que acessem nossas páginas no Facebook e Myspace, busquem pelo nosso material na web, há links para download dos EP’s e há muito no Youtube também. Honraremos com prazer o convite e a oportunidade de estar com vocês em Cícero Dantas! In union we stand!!

Daniel: Gostaria de agradecer pela oportunidade cedida de mostrar a galera um pouco do que é a Ironbound e por ter nos escolhido para ser umas das bandas que estarão aí no Boqueirão Rock Metal Festival fazendo esse som, esperamos executar um thrash metal foda!

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ENTREVISTA COM MARTYRDOM

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“Das cinzas lúgubres do vale da escuridão, a Martyrdom retoma seus objetivos ocultistas do qual ostenta há exatas duas décadas onde em meados de 1997 firmaram-se as trevas em seu único e clássico material intitulado de “Rehearsal”, atraindo uma legião de demônios dos quais presenciam as suas macabras celebrações desde os anos 90… Para desespero dos que temem as trevas o Martírio encontra-se com uma formação estável, com os membros: AmraKing (Voz), Alberto Britto (Guitarras), Tarcísio Medeiros (Baixo) e G. Vurmum (Bateria) que conduzem a angústia em forma de sons se propondo a liberar seus sentimentos obscuros através de uma sinfonia mórbida e com pegadas letais, escurecendo o céu e vociferando palavras heréticas que sustentam os ventos que varrerão a terra que logo estará em ruínas! Aguarde o encontro com o ABISMO DAS SOMBRAS desta oculta música escura sem novas tendências ou plágios.”

Confiram agora uma entrevista com a banda Martyrdom, banda com mais de 15 anos de resistência no mais obscuro underground. Praticantes de um fúnebre Doom Death Metal  é uma das atrações do 9° BOQUEIRÃO FESTIVAL no próximo dia 22 de junho… Com a palavra Amraking.

1. Saudações grande e velho companheiro AmraKing! A Martyrdom esteve um tempo parada e gostaria de saber Imagemporque ficaram este tempo inativos e so agora estão retornando?
E.O. AmraKing: Saudações Metálicas Grande Irmão Adauto Dantas!!! Primeiro quero agradecer a oportunidade de es
tar presente no cast do Boqueirão Festival #9!!! Será uma honra pra nós estar presente neste fudido evento!!! Agora respondendo sua pergunta, ficamos sim um bom tempo sem nos apresentarmos em eventos!!! Mas não ficamos inativos todo esse tempo não!!! O que aconteceu é que a Martyrdom ficou sem integrantes (baixista e baterista) e as vezes passaram membros que duraram muito pouco tempo!!! Isso nos impediu de participar de fudidas apresentações!!! Nossa formação está estabilizada mas aproveito para deixar claro que não fazemos questão de tocar em qualquer evento!!!! O mesmo precisa ter a essência do Metal Underground!!! Com bandas que compactuam com nossa causa!!! Fora isso, preferimos ficar buscando inspiração nas sombras para novas composições!!!!

 2. Quais as diferenças do cenário na época em que começaram a banda para a cena atual?
AmraKing: Eu não sou membro da Martyrdom desde seu início, mas conheço a cena daqui de Feira de Santana desde os anos 90!!! Mudanças aconteceram, acontecem e vão continuar acontecendo!!! Vamos ver muita gente desistir no meio da jornada, como já vimos em outras épocas!!! Vamos ver também bandas se colocarem como as mais fudidas da cena e simplesmente desaparecer tão rápido quanto surgirem… Mas no geral eu tenho observado um cenário que perece estar renascendo das cinzas, não em relação a bandas que existem algumas que mesmo com todas as dificuldades continuaram seguindo sua trajetória, ou zines que também permanecem na ativa em todo esse período, mas em relação a bangers que tem deixado a desejar em vários sentidos, não comparecem a eventos
, não adquirem material (zines, demos, cd´s undergrounds), ou seja, não apóiam nada!!! Claro que existem fieis guerreiros, mas tem muitos que falam muito e fazem muito pouco pela cena!!! 

 3. Martyrdom possui lançado apenas um ensaio, que infelizmente não tive o prazer de obter uma copia na época. Ainda esta disponível esse ensaio? Fale sobre como se deu a sua distribuição e divulgação na época?
AmraKing: Quando eu entrei na Martyrdom, em 1998 essa demo ainda estava sendo divulgada (foi lançada em 1997), divulgamos algumas cópias em tape, saímos em coletâneas na México e na Alemanha, infelizmente não tenho essas coletâneas porque na época quem cuidava da divulgação era o ex-vocal/baixo Marcello Paganus… Não estamos mais divulgando esse material, mas essa demo foi razoavelmente divulgada, principalmente aqui no Brasil.


4. Quais musicas foram gravadas nesse ensaio e pretendem regravá-las no futuro? Como estão os planos para a o futuro da banda? Vamos ter o prazer de ouvir algo oficial nos próximos meses que vem por ai?
AmraKing: Foram gravados 7 sons: “The True Inquisition”, “Land of Shadows”, “Just de Blackness”, “Travel by Own”, “Islam in Occident”, “Wrapping Wings of Damnation” e “Ahriman and the Seven Achidivis”, sendo divulgados os três primeiros sons na demo ensaio. Estamos planejando gravar um material esse ano sim, onde estarão presentes regravações de alguns desses sons!!! Acredito que na próxima Sexta-Feira 13 do ano tenhamos novidades obscuras…


5. Finalmente estarão descendo pra um show nestes lados do estado, quais as expectativas para o dia 22 de junho no 9° Boqueirão Festival? Já conheciam o festival e o que pensam sobre ele?
AmraKing: A expectativa é a mais sombria possível!!! Não tenho dúvidas que será uma noite regada a Metal Underground e muita bebida, MetalHeads fudidos de várias partes do estado e até de outros, fiquei sabendo de várias caravanas o que é muito foda, foda pra caralho!!!
Eu já ouvi falar sim do Boqueirão… Infelizmente não pude estar presente em outras edições, mas sempre ouvi falar bem do evento…

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6. Nas redes sociais vemos muita gente dizer que gosta de Rock/Metal, mais nos shows a realidade é outra. Qual a sua opinião sobre isso e o que dizer para esses que preferem ficar em casa atraz de um computador ao invés de ir aos shows, obter os materiais das bandas de sua preferência e ajudar o underground ser mais forte?
AmraKing: Essa é uma realidade que mostra quem são e quem não é MetalHead cara!!! Ficar em casa se escondendo do mundo e se achando fodão não é nada mais que preguiça e falta de atitude, não pode ser considerado um Banger uma pessoa com essa postura… Devemos sempre ignorar esses seres desprezíveis…


7. A muitos anos que não vou a um show ai em Feira de Santana/BA, como que anda a cena ai? Quais bandas e zines continuam na ativa?
AmraKing: Bem, como eu havia citado, a cena aqui parece estar renascendo das cinzas, mas ainda precisa de muito para voltar a ser o que era!!! Pelo menos muitas bandas antigas estão ainda na ativa e tenho notícias que outras estão trilhando seu caminho, mas é necessário tempo para saber quem realmente está firme na batalha!!! Vamos aguardar!!! Em relação a zines sei que está para ser lançado mais uma edição do Supremacia Undergound Zine do grande batalhador Genilson Lobo, tem o ThunderGod Zine que pretendo lançar uma quarta edição (ainda sem previsão), mas a versão on-line eu sempre atualizo… Espero ver mais edições do Eterna Maldição, Ciclo Unido e Metal Discharge. Aproveito também citar outros impressos que pra mim são igualmente fudidos e merecedores de total apoio: Visão Underground e Crush the Cross (Belém/PA), Homicidal Maniac/Metal Blood (Brasília/DF), Revelações Abissais (Londrina/PR), Desgraça Zine e Osculum Obscenum (Salvador/BA), Interior Soul Zine (Sapiranga/RS), Coven of Darkness (Pouso Alegre/MG), Lucifer Rising, NFL Zine e Sepulchral Voice (São Paulo/SP), Alerta Subterranea (Santa Cruz/Bolívia), Ultimatum (Macaé/RJ), Obituário (Juliaca/Peru), Máquina do Metal (Macaparaná/PE), Necrosis Zine/Mensageiros do Anticristo (Alagoinhas/BA) e Satanic Malediction (Camaçari/BA) – Continuem propagando o fudido Metal Underground em suas terríveis páginas cinzentas!!!


8. Sem mais obrigado pela atenção e pra mim será uma honra enorme te-los no 9° Boqueirão Festival, que foi criado exatamente para trazer bandas de velhos amigos ate aqui. Espero que seja uma grande noite e que façam uma fudida apresentação!
AmraKing: Mais uma vez agradeço o espaço, a honra é nossa em poder estar no cast do Boqueirão e pode ter certeza que será a noite mais sombria que Cícero Dantas presenciará!!!

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ENTREVISTA COM CHAOS CONSPIRACY

ImagemAgora logo cedo publicamos uma entrevista com a Incredúlos e agora estamos expondo mais esta com a Chaos Conspiracy, que seria pra ter ido ao ar ontem, mais devido a alguns contratempos do amigo Carlos Cesar que respondeu as perguntas so agora estamos postando mais esta… Leiam e conheçam um pouco mais sobre eles…

1.       Vamos dar inicio a mais uma entrevista com uma participante da 9° edição do Boqueirão. Desta vez com Carlos Cesar da Chaos Conspiracy, banda da parte sul do estado de nossa enorme Bahia que pela segunda vez vem a esta parte se apresentar. Bom apresente ai pra agente a banda e conte-nos um pouco de sua historia.

Então Adauto, formamos a banda em novembro de 2010, com uma proposta um pouco diferente da de hoje. Naquela época optamos pelo Thrash Metal oitentista, até por conta da formação que contava com Felipe Prazeres de Ibirataia no baixo e voz, eu na bateria, Mhaesley Sales e Juninho de Ipiau nas guitarras. Com essa formação fizemos nosso primeiro show que foi no II Fúria Metal em Ipiau do parceiro Carlos Alberto, infelizmente foi a única apresentação da banda com essa formação porque ficou ruim a questão da distância entre as cidades, então decidimos eu e Mhaesley seguir em frente chamando Bob Andrade para o vocal e Luiz Luna para o baixo, essa formação durou um ano e então Bob saiu, ficando Luiz Luna com o baixo e assumindo os vocais também, sendo assim, mudamos também a proposta para o Death Metal que é uma grande influência para nós três. Então com essa formação estabilizada estamos compondo material para a primeira demo que deve chegar no segundo semestre de 2013, bem como tocando em vários festivais por ai, como o Alta Voltagem do nosso grande parceiro Wilker Carvalho de Paulo Afonso e até em outros estados como Alagoas, fora apresentações aqui mesmo em Jequié e nas cidades vizinhas.

2.       Acho que uma coisa que dar dor de cabeça é escolher nomes pra banda, como foi a escolha do nome Chaos Conspiracy?

Quem escolheu o nome foi o Felipe nosso primeiro vocalista, ele me disse certa vez que queria fazer uma analogia ao nome de uma música da banda Torture Squad, chamada “Chaos Corporation” e então para não ficar idêntico ele optou pelo Conspiracy que juntando a palavra Chaos, dava um bom resultado e um nome de impacto para uma banda de Thrash/Death Metal… no final das contas ficou um ótimo nome com boa pronúncia e aceitação.

3.       Vocês possuem um trabalho gravado e lançado. Como que estão divulgando e espalhando esta e como esta a repercussão destas obras?

Estamos no processo de composição e gravação de nosso primeiro CD Demo, e antecipadamente liberamos uma música virtualmente para o pessoal ter uma noção do que é nosso som antes de nos ver ao vivo. Essa música não estará no CD, então como achamos ela uma ótima composição resolvemos lançar ela isoladamente antes do material completo. Por enquanto estamos divulgando pelo Face em algumas páginas relacionadas ao Heavy Metal na bahia e em outros estado como Rio de Janeiro e Alagoas, e também fechamos uma parceria com uma rádio online de São Paulo, a Necropsya, para que o single faça parte de grade de programação. Por enqtuanto os comentários estão sendo bastante positivos, as pessoas estão entendendo nossa proposta… Apesar de ser uma música grande (9 minutos), está sendo bem assimilada pelo público.

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4.       Pretendem lançar um material físico logo ou vai demora?

Como já foi dito anteriormente, estamos no processo de composição e gravação do CD Demo, a ansiedade em lançar esse material é muito grande, mas temos que ter a consciência de que tem que ser feito com bastante profissionalismo e paciência pois o produto final tem que vir com uma qualidade muito boa para que possamos ainda mais expandir o nosso som entre os apreciadores e leais headbangers que tanto apoiam o nosso underground.

5.       Poderia falar um pouco como que é a cena ai por esta parte do estado. As bandas, festivais, zines e etc?

Olha, sinceramente eu não esperava que a cena daqui estaria tão prolífera como está agora. São muitas bandas (e de qualidade), shows frequentemente acontecendo e muita gente que realmente cultiva o verdadeiro espirito underground. Cidades como Santa Inês, Jequié, Jaguaquara, Ipiaú, Poções já estão no roteiro dos festivais undergrounds do interior baiano com certeza.

6.       Nas redes sociais vemos muita gente dizer que gosta de Rock/Metal, mais nos shows a realidade é outra. Qual a sua opinião sobre isso e o que dizer para esses que preferem ficar em casa atrás de um computador ao invés de ir aos shows, obter os materiais das bandas de sua preferência e ajudar o underground ser mais forte?

Pois é cara, muita gente diz que não vale a pena ficar indo em shows porque rola briga, rola posers, é caro, não sei o que mais… e fala que quer que o underground siga adiante forte mas não move um palito pra isso acontecer, então por essas e outras que admiro muito a postura de vários headbangers que sempre está na correria pra fazer acontecer de alguma maneira, seja tocando em alguma banda do cenário, realizando eventos, publicando zines, fazendo caravanas para os shows, enfim, todos tem sua parcela de contribuição na sustentação do underground. Uma coisa que para mim também não adianta nada é o cara pegar uma banda underground e baixar as músicas sendo que o cara se fode para produzir o material e na maioria das vezes ele vai poder ver o mesmo lá numa banquinha sendo vendido á 5 ou 10 contos o que não vai empobrecer ninguém e também ninguém tá nessa pra ganhar dinheiro, mas como tudo que se faz e produz tem gastos e então algum desses gastos tem que ser reembolsados e o único meio é o pessoal comprado materiais das bandas (cd’s, camisas, etc).Imagem

7.       Como que é o comportamento no palco da Chãos Conspiracy? 

Nos nossos shows procuramos passar esse espírito de irmandade que existe no verdadeiro metal, com um show bastante intenso e interativo, sem estrelismos ou coisa do tipo, isso fica para estilos comerciais, não para nós. Gostamos deixar que o show aconteça entre a banda e a plateia, como uma festa, é como dizia o Deep Purple “vocês são a música, nós somos somente a banda”

8.       Como tiveram conhecimento do festival e o que podemos esperam da apresentação de vocês no Boqueirão Rock Metal Festival e o que acham deste evento aqui no agreste/sertão baiano?

Já conhecíamos o Boqueirão de nome antes dessa oportunidade surgir, é um festival que caminha para a sua 9° edição, então quem está ligado no que acontece na cena underground no mínimo já ouviu falar desse festival. Quanto á essa oportunidade devemos ao grande parceiro Carlos Alberto de Ipiau que deu essa indicação. Esperamos que seja o maior show que já fizemos! e aliás estaremos dividindo palco com grandes bandas do cenário baiano além do grande Gestos Grosseiros e da lenda do Black Metal Mystifier. O 9° Boqueirão tem tudo pra ser devastador!

9.       Bom é isso por agora. Obrigado e aguardo vocês aqui na 9° edição do B.R.M.. Deixe suas palavras finais e mensagem ao publico.

Beleza Adauto, agradecemos a você também por ceder esse espaço, esperamos que consolidemos uma parceria! Minhas considerações finais são de que se uma pessoa quer ajudar o underground então o faça comparecendo aos festivais e apoiando as bandas de sua região, isso é muito importante! Minha mensagem ao público é que esteja com os pescoços em dia para aproveitar nossa apresentação em Cícero Dantas dia 22/06 juntamente com as outras grandes bandas que estarão presentes, nos vemos no Boqueirão!!

PAGINA: https://www.facebook.com/pages/Chaos-conspiracy/415514468483231

ENTREVISTA COM INCRÉDULOS

Segui ai a nossa terceira entrevistada para a apreciação de vocês headbangers que tem a curiosidade de saber um pouco sobre as bandas que irão passar por aqui dentro de 22 dias, na 9° edição do Boqueirão festival dia 22 de junho… Confiram o papo com o líder da Incrédulos.

1. Vamos a mais uma entrevista com bandas do cast da 9° edição do Boqueirão festival e agora temos aqui a banda Incredulos, Death Metal soteropolitanos que promete promover uma verdadeira matança no próximo dia 22 de junho aqui em Cícero Dantas/BA. Pra inicio me fale como surgiu ai a banda e como que é manter ela no meio underground baiano?

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Verdadeiramente como todas as bandas undergrounds é difícil pela carência musical local p/o death metal, mais o apoio de nossos poucos reais seguidores pelo Brasil que vale a pena, não só na Bahia, mais o apoio de zines e lojas que divulgam nosso material… mais manter por um certo ponto de vista é fácil o difícil é alcançar os verdadeiros apreciadores, pois é bastante difícil fazer um death metal old school e com temáticas tipo anti-cristiaismo e Psicopatia.

2. A banda possui uma demo que traz dois tiros de fuzil de total brutal Death Metal como que anda a distribuição e divulgação desta? Alem desta que outras obras a banda possui?

Sobre os tiros ahahahhahahah é a temática de nossa banda, a apologia a morte, violência e a vontade de matar determinada de um comportamento de transtorno de agitação psicomotora, abordada na musica (eu só quero matar) que retrata o comportamento com a vontade de subtrair a vida de alguém. Mais a demo continua sendo bastante divulgada pelos zines, distros, aqui em Salvador ma loja Smile, sendo total apoiada por Isla Corpse que teve o intuito de divulgar, sem contar as pessoas que fazem suas copias independentes por todo Brasil, mais alem desta obra de assasinato (OBCECADOS PELA MORTE) existe a primeira demo de 2010 (ASSASSINOS INTENCIONAIS DA VIDA SANTA) nosso primeiro material raro que so poucos tem e muitos perguntam onde foi gravado o segundo material e mixado/martirizado o cd. Foi com nossos próprios recursos e projetado pelo nosso produtor de áudio Glauber GS que acompanha a Incrédulos desde o principio, sobre a divulgação foi muito divulgada ate tivemos a honra de Charles Lucxor Ex. Guitarrista da Eternal Sacrifice que fez uma faixa cover da musica EU SO QUERO MATAR com Samael Necro nos vocais ,que foi uma honra para a banda.

3. A banda parece bem empolgada pra esta que será a primeira apresentação no interior do estado. Como tem sido os ensaios com esta nova formação e alem dos sons próprios que covers poderão esta apresentando no festival? Alguma nova composição?

Os ensaios andam bastante diários e incansáveis ,em nosso cativeiro Na BH Home Studio(apoiados pelo irmão Moises Sg Grinder) mais estamos bastante empolgados para este evento nos motivou bastante a vontade de apresentar nosso comportamento psicótico em Cícero Dantas, porque valorizamos mesmo o interior do estado pela falta de acesso as bandas a carência de shows grandes etc, foi como nós três pensamos ”queremos então vamos” musica nova temos sim composta por nós KILLING OF THE HOLY LIFE (Assassinando a vida santa), bem old school death metal com nossa temática psicótica mais desta vez uma musica sobre o fim da existência e eliminação contra a vida santa/sacro/cristã, sobre covers pensamos em vários tiraríamos vários (desde Morbid Angel “Day of suffering”, Deicide “The Truth Above”, Sarcofago “Satanas” (escolhidas por Jean Trashdeath e Hanonimus) desde também a Headhunter D.C. “Deadly Sins For The Soul” do album Punishment At Dawn, mais sobre covers não pensamos para este evento ainda pq queremos apresentar ainda nossa alma o que queremos já que só tocamos ano passado com a Trepanation, Into the Corpse, Heretic Execution e Suffocation of Soul e tocamos apenas 2 musicas, além do mais o tempo para assumir uma nova formação foi muito curto.

4. Como já dito esta é uma nova formação, então poderia nos falar sobres os novos membros. Suas origens e influencias e como foi o processo de substituição da formação?

Primeiro nossas formações foram todas de amigos, a primeira formação foi Incredulo(guitar/vocal) ,Destruction(muito antigo no cenário baiano que já tocou na antiga Anubis black metal) e Crusher Britadeira (bateria). Com esta primeira formação gravamos as duas demos. Depois em 2012 Crusher saiu por motivos pessoais pois o mesmo também ajudou na alma de nosso estilo old school, logo depois incubemos a missão para nosso show pra Splatterhead Gore Baterista da Into the Corpse, assumir a bateria, apenas para o show Violent Trapanation 3 em 2012 e logo após o mesmo cedia o espaço para Butcher Ex Crucificator um irmão bastante conhecido no cenario soteropolitano, logo após a saída repentina de Buthcer e Destruction eu havia falado que iria acabar após incansáveis conversas com Destruction, eu não ia ficar sozinho, e mais e mais meus apreciadores me ressaltavam,”não acaba esse death metal não” é muito foda e logo apos 2 amigos antigos meus que acompanhavam gravações da Incrédulos etc, abraçaram a idéia de me motivar a voltar, notem que o nome de Jean Trashdeath esta nos agradecimentos do cd ”Obcecados pela morte”, mais logo meu nobre irmão me motivou ”Vamos matar?” em seguida outro amigo muito antigo tbm transtornado psiquicamente me chamou ”Vamos cara levantar essa alto estima, voltar esse death metal da doença mental, “vamos”, após muito tempo de ensaios voltamos sim ja que a ferrugem corroia nossas almas death metal, e como todo som rápido e violento tem que ter muita técnica… Mais sobre influências que eu posso dizer obre mim é o death metal old school, bandas passadas que tive foi a PERVERSIDADE (black metal), há 9 anos atrás que durou 4 anos, acabando ai logo parti para formar a Incrédulos sobre, Jean TrashDeath é a velha escola do Death Metal e Thrash Metal, bandas do meu gosto também daqui de Salvador, Inherit , Inoculation, Slavery bandas que acabaram, que nós víamos como era difícil fazer um som em um cenário que na época era de pouca gente. Sobre Hanonimus o baterista sua influencia também é a velha escola do death metal. Sinister, pois o mesmo é louco por Sinister, e outras tipo Unleashed, Morbid Angel, e o mesmo também tem um influencia Black Metal em sua banda antiga HERETIC.

5. Nas redes sociais vemos muita gente dizer que gosta de Rock/Metal, mais nos shows a realidade é outra. Qual a sua opinião sobre isso e o que dizer para esses que preferem ficar em casa atrás de um computador ao invés de ir aos shows, obter os materiais das bandas de sua preferência e ajudar o underground ser mais forte?

É preciso apoiar a cena mesmo independente do ponto de vista, se tem uma banda que te agrada, descer pro som é uma gratificação, ver a banda que você gosta, os caras no palco, porque so quem sabe os perrengues que uma banda sofre, são os músicos e os mesmo precisam do apoio do publico para serem reconhecido e fortalece sim o underground.

6. Como que é o comportamento no palco da Incredulos?

Ahahahaahahaha é o que muitos estão preocupados ja que falamos que vamos matar os habitantes locais, mais sobre isso é matar em uma intenção fictícia pois até por isso existe uma pena por subtrair a vida de alguém, pois vontade matar todos ja tiveram em alguma situação de raiva do dia a dia, mais é nossa temática, a morte, a crueldade. Sobre comportamento de palco vai depender de nossas posturas a agitação do publico isso influência muito! Espero que os assassinos de Cícero Dantas nos agitem mesmo! Já que nossas musicas são trilhas sonoras de seus momentos de ódio.

7. Como tiveram conhecimento do festival e o que podemos esperam da apresentação de vocês no Boqueirão Rock Metal Festival e o que acham deste evento aqui no agreste/sertão baiano?

nos achamos muito foda e tivemos acesso através do irmão Adauto, que nos apoiou, por ser um lugar remoto eu INCRÈDULO gostei mais ainda quando soube que tem uma lenda de uma maldição de um monstro bizarro, uma criatura não humana que vive a assustar e que so poucos olhos que viram, não se lembram ou vivem assustados e amaldiçoados pela criatura bizarra, sem contar a lenda do Bode da luz dourada também que vive em uma montanha mística (Nota do editor: A montanha mística citada é a Serra do Boqueirão, que deu origem ao nome do festival e a lenda do bode vira a ser o mascote do festival), agora sobre o som, sabemos a grandeza das bandas presentes, a Mystifier também banda foda antiga respeitadíssima no cenário! Mais sobre isso gostamos desde o principio do evento…

8. Sem mais… Obrigado e aguardo vocês aqui na 9° edição do B.R.M.. Deixe suas palavras finais e mensagem ao publico.

Queremos agradecer ao publico que estará presente e é isso ai apoiar o cenário e ao nosso estilo death metal psychopath (atribuído death metal psicopata)
e enquanto a morte, a crueldade, a desonra e a malevolência existirem neste mundo em que vivemos a Incrédulos irá existir para satisfazer as emoções daqueles que cometem delitos, ou se encaixam em qualquer uma dessas qualidades ruins e perversas!
Hail Death Metal Psychopath!!

Escute o som da Incrédulos nos links a seguis:

INCREDULOS-EU SO QUERO MATAR

http://www.youtube.com/watch?v=lW-zKkL5RAw

Cover Eu so quero Matar By Charles Lucxor ex:Eternal Sacrifice.

http://www.youtube.com/watch?v=vFkqje8QNSc

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